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Publicação: 20 de Jneiro de 2014  Edição № 13

kage

2014/06/20 (Fri)

Concurso Internacional de Culinária

O Sindicato possui além dos membros japoneses, um grande número de membros estrangeiros das mais diversas nacionalidades. Para realizar a confraternização e o intercâmbio entre os dois, temos realizado várias atividades, como o concurso internacional de comidas típicas, realizado no dia 15 de setembro de 2013.
O Sr.Obeng Jacky foi vencedor dessa edição do concurso, onde representou o país de Gana, com a sua esposa, cozinharando o típico prato de seu país, chamado de Ghana Groundnut soup. Participaram ao todo 60 pessoas, onde apreciaram vários tipos de pratos típicos de vários países como Japão, Indonésia, Perú, Bolívia.
O sindicato realiza diversos eventos de confraternização durante o decorrer do ano, como o a reunião de relatório dos casos resolvidos.
.O mais importante é mantermos um bom animo, otimismo e disposição para ajudar outras pessoas a não desistirem de lutar por seus direitos.
O sindicato não é apenas um lugar onde as pessoas buscam para conseguir recuperar um direito que as                                      empresas usurparam de voces, mas acima de tudo, é um lugar onde todos os trabalhadores podem encontrar os verdadeiros companheiros ou amigos que realmente vão ajudar a enfrentar todas as investidas ilegais dos empregadores que pensam somente no lucro fincanceiro da empresa, fazendo dos trabalhadores como materiais descartaveis, desconsiderando completamente os valores humanos.
Queremos somente trabalhar dignamente, e ter os direitos que são garantidos por leis trabalhistas, leis constitucionais do Japão, e leis sindicais.
Não queremos mais do que isso, somente os direitos que pertence a todos os trabalhadores que dão duro no serviço para melhorar a qualidade de vida, a fim de dar educação, roupas e alimentos para os filhos e lazer..


Grupos organizados para enfrentar as grandes empresas.

Conseguimos organizar um grupo sindical de estrangeiros dentro da fabrica de produtos eletronicos do Japão. Temos miais de 150 membros Filipinos que estão unidos para garantir os direitos trabalhistas. Eles provaram que com a união dos trabalhadores podem obter força suficeitente para negociar junto a empresa. Esta proeza foi possível pelo apoio do Sindicato Union Mie para representar nas negociações,obetendo assim um acordo pacifico onde todos os membros hoje podem trabalhar vivendo em apartamentos privados, ter contrato de 6 meses com o seguro social, tirar ferias remuneradas, ter tratamento de igualdade com o lideres japones,de voltar para Filipinas

Membros da Sakura Byouin Bunkai, organizados para lutar contra a proibição de greve

izados para lutar contra a proibição de greve
Todos os trabalhadores tem o direito de formar um sindicato dentro das fabricas, inclusive dentro de hospitais tambem, objetivando ganhar força suficiente para negociar com os administradores do hospital. Neste hospital, mais de 90% dos funcionarios são sindicalizados, num total de 135 membros do sindicato. O Diretor do Hospital Sakura Byouin, contratou um advogado para poder defender-se, e com esta tentativa, entrou na justiça pedindo proibição de greve alegando que os pacientes estavam morrendo por causa da greve. O Juiz sem analizar os fatos, proibiu a greve. Por esta razão, todos os membros sindicalizados do Japão estão lutando contra esta decisão ilegal do Juís do Tribunal de Tsu.

Union Mie Negociando com o governo para aumentar o salario minimo para 1000Yenes

Todos os anos o sindicato Union Mie visitas as cidades de Mie-ken para negociar com os municipios o aumento do salario minimo para os funcionarios publicos e tambem visita o Departamentos do Governo para elevar o salario minimo, pois o salario de Mie ken é o mais baixo comparado com outras provincias. Por isso, a nossa luta é para melhorar a qualidade de vida de todos os trabalhadores que vivem e trabalham no Japão. Com esta campanha de aumento salarial, pouco a pouco o padrão salarial tem aumentado a cada ano, por isso, o resultado da luta que o sindicato Union Mie tinha feito com muita disposição e coragem para garantir os direitos dos trabalhadores, tem dado resultado positivo para todos os trabalhadores que vivem e trabalham no Japão, principalmente em Mie-ken.

Seminário da Union Mie

No dia 25 de Outubro de 2013, todos os membros participaram do seminario baseado no tema “A radioatividade não afeta igualmente nas pessoas” cujo Palestrante foi o Sr.Kitajima, que trabalhou como funcionário de desativação da Usina Termo nuclear de Fukushima. Ele mostrou a realidade onde os trabalhadores estrangeiros e japoneses eram sujeitos a trabalharem sem proteção devida contra a irradiação nuclear, viu seus companheiros morrem contaminadas com alta irradiação, e também falou que o governo sempre manipulou a população, fazendo com que a região programada para ser instalado a usina nuclear, seje uma região abandonada pelo governo, forçando a migração para outras cidades, para então prometer obras de melhoramento gratuito pela instalação da usina nuclear. Ele deixou bem claro que, o investimento e sobrevivencia da usina nuclear, depende basicamente da discriminação do proprio povo contra a população da região onde a usina nuclear esta sendo operada. A discriminação ganha força quando os nossos pensamento estão enraizadas da seguinte forma:”Desde que não afete a minha casa, familia, não sou contra, desde que não seje na minha cidade, tudo bem”. Muitas destes pensamentos e sentimentos, fazem com que o governo ganhe força para inverstir e manter a usina nuclear no Japão. Esperamos que os membros do sindicato por meio de seminarios, possam abolir completamente a discriminação no Japão.

56ª Convenção Anual da Union Mie

Administração Abe esta com planos de sacrificar a população para fortalecer as grandes empresas e corporações multinacionais com o proposito de intensificar o setor industrial do Japão. Este intento, visa agravar a lei da empreiteira, implantar o sistema limitado de funcionários efetivos, expandir o sistema discricionário de trabalho, introduzir o sistema de resolução monetária de demissão, visando estabelecer uma idustrialização clandestina no Japão.
A partir de agora, o Partido Liberal Democratico juntamente com os Partidos coligados, vai tentar sacrificar o povo e roubar os direitos dos trabalhadores pelo sistema de industrialização clandestina, por isso não podemos esperar que isto aconteça. Estamos aqui todos os trabalhadores efetivos ou temporários, estrangeiros ou japoneses, unidos nesta 56ª Convenção Anual da Union Mie para lutar contra o governo do primeiro Ministro Abe, e declarar nossas metas com objetivo de garantir a tranquilidade e direitos de todos os trabalhadores que trabalham e vivem no Japão.Vamos unir a força de cada membro do sindicato para fazer uma mobilização de grande proporções para mostrar nossa disposição de executar fielmente as metas estabelecidadas nesta convenção.

Ação conjunta do Sindicato Union Mie

Todos os Meses, a Union Mie escolhe alguns dias para que todos os membros possam participar ativamente nas atividades conjuntas do sindicato para aprender a defender os companheiros de trabalho, e agir coletivamente no sentido de apoiar os companheiros que estão lutando por seus direitos. Somos frágeis e fracos individualmente, mas muito fortes quando estamos uniodos pela Union Mie. Neste dia, apoiamos um membro jovem japones indo ate a fabrica onde perdeu o dedo indicador com a maquina de cortar gelo, e depois fomos ao Departemento do governo Japones para que aumente o salario minimo, fomos tambem a inspetoria de trabalho para apoiar o jovem que sofreu acidente de transito durante a sua volta ao trabalho e fizemos manifestação conjunta em frente ao Tribunal de Justiça regionalde Tsu contra a impetração ilegal da proibição da greve no Hospital Sakura.

As negociações com as empresas

A empresa [E] que produz peças de cambio automático para várias montadoras do Japão, tem como funcionarios estrangeiros contratados diretamente em torno de 600 a 800 trabalhadores, com direito ao seguro social e férias remuneradas. A Union Mie com o objetivo de conscientizar os estrangeiros a filiarem ao Sindicato, fez uma panfletagem em frente à fabrica. Com isso, alguns funcionarios estrangeiros entraram no sindicato, a maioria com problemas de acidente de trabalho, outros com problemas de stress, depressão e com desgaste fisico e mental, comprometendo toda a saude. A maioria dos casos, tem que passar pelo ambulatório da empresa onde o medico da fabrica faz a primeira avaliação. Muitos reclamam do medico, e tentam buscar outra clinica que não esteja ligada à fabrica. Veio um funcionario da fabrica [E] pedindo ajuda ao sindicato porque a empresa não quis renovar o contrato por ter faltado varios dias por problemas de saude generalizadas, onde o medico da fabrica tinha diagnosticado como gripe. Quando ele veio ao sindicato, percebemos que ele tinha uma depressão, foi aonde sugerimos que faça uma consulta com medico especialista em depressão e foi aonde ele conseguiu se tratar da depressão adequadamente. Mas mesmo assim, a empresa não renovou o contrato, por isso pedimos somente que ele possa receber o seguro desemprego como a empresa demintindo o funcionario. Outros vieram por problemas de ter machucado os ombros devido ao serviço pesado e repetitivo, afetando os nervos, mas a empresa [E] nunca tenta dar como acidente de trabalho, somente convence o funcionario a usar o seguro social para depois em caso de não poder trabalhar, utiliza o sistema de compensação dos dias parados para tratamento medico. Ja fizemos varias negociações com a emresa[E] para resolver problemas de acidente de trabalho, por exemplo, depois que termina o tratamento pelo seguro social, tentar fazer pelo seguro acidente, discutir as formas de evitar novos acidentes de trabalho, eliminar abusos de autoridades dos chefes, melhorar ambiente de trabalho, e garantir direitos iguais aos funcionarios efetivos. Se todos os brasileiros tivessem coragem e determinação para formar um sindicato dos trabalhadores dentro da fabrica[E], tenho certeza que a situação de cada trabalhador iria mudar completamente. Mas sempre estaremos esperando por este dia em que os brasileiros despertarão com toda força. Não espere que aconteça, é hora de agir e lutar pelos seus direitos.

Publicação: 20 de Abril de 2014   Edição № 14

kage

2014/04/20 (Sun)


Atividades do Sindicato Union Mie em Mie Ken
Cerimônia de Abertura do Estandarte da Union Mie


Realizamos no dia 10 de janeiro de 2014 a cerimônia de abertura da Estandarte da Union Mie. O Local do evento foi no Salão de atividades Culturais de Mie Ken que fica a uma quadra do escritorio da Union Mie. Começamos com as apresentações pessoais de cada representantes dos grupos sindicais como Hospital Sakura, das Auto-escolas de Kameyama, Mie Koutou e Nagashima Jidousha gakkou e de todos os participantes em torno de 70 membros de varias ocupações profissionais
Quando começamos o expediente na primeira semana em Janeiro deste ano, varias consultas foram feitas, dando a impressão que este ano será bem atarefado
Já no dia 17 de janeiro, vamos receber a conclusão do julgamento contra o Hospital Sakura onde estamos pedindo uma indenização pela proibição da greve,.
Dando prosseguimento a este julgamento, estamos preparando outro julgamento para reivindicar uma indenização contra o próprio Tribunal de Justiça de Tsu por ter emitido um oficial negando o direito de greve que é um dos três direitos dos trabalhadores sindicalizados, reconhecidos pela Constituição do Japão.
A batalha judicial será acirrada, pois vamos lutar contra o próprio poder constitucional do Japão, muitos podem pensar que seje exagerado ou desnecessário, mas se deixarmos passar silenciosamente este fato, os direitos serão abnegados pelos proprios trabalhadores.Se tomarmos a posição de lutar por algo que é correto e certo, com certeza seremos todos constituidos com as verdades que nos libertará de todas as injustiças praticadas pelas classes patronais e tampar todos os furos das leis que tentam proteger os direitos dos trabalhadores.


Union Mie marcha contra Usina nuclear

No dia 9 de março, fizemos uma marcha contra reativação da energia nuclear e também estamos lutando para a abolição total das Usinas Nucleares, ou seja, que seje desmontada completamente todas as Usinas nucleares que existem no Japão no total de 54 Reatores. O local onde a população reuniu foi no Parque Oshiro Nishi Kouen que fica em frente à prefeitura de Tsu. Participaram varios grupos de diferentes cidades de Mie Ken, no total de 600 pessoas.
O apoio da população é primordial para que tenhamos uma vida saudável, sem risco de vida para toda a população. Após o acidente da usina nuclear de Fukushima, ja esta ocorrendo surto de cancer nas crianças menores de 10 anos de idade. É lastimável e imperdoável permitirmos o uso incontrolavel das Usinas nucleares. Temos que continuar com a campanha anti-nuclear para conscientizar dos riscos de vida que esta energia causa a toda população.


Seminário da Union Mie
Tema: “O País que mais explora os trabalhadores”


Convidamos a Senhora Nakano Mami que é advogada para falar sobre as condições dos trabalhadores no Japão. Depois que o governo do Primeiro Ministro Abe tomou posse do poder, muitas reformas estão sendo feitas no sentido de abrandar as leis que tentam proteger e garantir os direitos dos trabalhadores, permitindo assim o abuso das empresas, e piorando as condições de trabalho em todo o território do Japão.
A Senhora Nakano, falou da importancia do sindicato nestes tempos atuais da reforma do governo visando o abrandamento das leis trabalhistas. O Governo quer aumentar o emprego temporário e liberar a demissão remunerada. Por isso, o sindicato deve ter apoio de todos os membros e da população para fazer uma mobilização em massa no sentido de exigir estabilidade de emprego e eliminar a contratação temporária e exigir que as industrias contrratem diretamente os empregadores.


Sakura Byouin ganha a causa na Justiça

No dia 28 de fevereiro as 10:30 da manhã, o Juíz do Tribunal Regional de Tsu fez a declaração da sentença contra o Hospital Sakura Byouin, exigindo que pague o valor de indenização de 1milhão e seiscentos cinquenta mil yenes para a filial do sindicato Union Mie. O motivo da sentença foi que o Hospital não tomou as devidas proivdencias para apaziguar a disputa sindical no sentido de melhorar as condições de trabalho e aumento salarial. E também utilizou das ferramentas judiciais ilegalmente para proibir a greve dentro do Hospital, apresentando declarações falsas para convencer o Juíz a impeder a greve. Foi um ato ilegal do diretor do Hospital, mas a Justiça foi feita. Contudo, o Diretor do Hospital recorreu ao Tribunal Superior de Nagoya.


UNION MIE APOIA SPU GRUPO

O supertufão Hayan batizado pelos Filipinos como Yolanda devastou o arquipélado das Ilhas Filipinas.. Ficamos sabendo que as familias dos membros do SPU ”Sharp Pinoy Unity” grupo foram atingidas, por isso, a Union Mie fez a campanha de arrecadação para ajudar as familias dos membros. Com estes fundos arrecadados, eles compraram mantimentos e distribuiram gratuitamente a todos os desabrigados.
O SPU grupo atualmente com 150 membros, continua lutando pelos melhoramentos das condições de trabalho como o aumento salarial, a eliminação completa da taxa de trasporte coletiva, garantia de turnos alternados com 4 dias de trabalho e 2 dias de folga, e ferias remuneradas.


CLASSE DE ENSINO DA UNION MIE
Tema: Acidentes de trabalho

Dia 29 de Março de 2014, a Union Mie organizou uma classe de ensino abordando como o tema os problemas relacionados ao acidente de trabalho. Convidamos o Sr. Kawamoto Hiroyuki secretário Geral do Sindicato City Union para ensinar o que aprendeu com as consultas trabalhistas e experiências com seguro acidentes. Deu vários exemplos para explicar o procedimento correto em caso de acidente de trabalho. Uma dica importante; Quando o estagio da doença crônica, se tornou aguda por causa do trabalho, é possível usar o seguro acidente. Mais importante é pedir ajuda ao sindicato logo após o acidente.


RELATÓRIO DE CASOS RESOLVIDOS E CONFRATERNIZAÇÃO

Neste mesmo dia 29, também tivemos o relatório dos ultimos 3 meses de casos resolvidos por meio das negociaoes feitas com empreiteiras e empresas. Depois do relato dos casos e testemunha dos membros sobre as experiências ganhas com as lutas sindicais, fizemos uma festa de confraternização onde participaram mais de 40 membros do sindicato. A participação de todos os membros do sindicato é de suma importancia para fortalecer os enlaços de amizade e


RECUPERE AS HORAS EXTRAS.

Recupere suas horas extras mesmo após o desligamento da empresa. Não importa se é funcionário de tempo parcial, integral, ou empregado regular.
O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar anunciou oficialmente em Outubro do ano passado, o resultado da orientação feita em toda Inspetoria de Normas Trabalhistas do país no periodo de abril de 2011 a março de 2012, onde foram pagas as horas extras cerca de 14,6Bilhões de ienes As horas extras devem ser pagas de acordo com a determinação do artigo 37 das normas trabalhistas.
Se você trabalhou fazendo horas extras de graça, ou a empresa por motivos ilegais não pagaram as horas extras, deve consultar um sindicato mais proximo da sua região. Você tem direito de recorrer até os ultimos 2 anos segundo o artigo 114 das normas trabalhistas.





Publicação: 20 de outubro de 2013  Edição № 12

kage

2013/10/22 (Tue)


MOVIMENTO SINDICAL EM MIE

AOS COLEGAS DE TRABALHO

Existem muitas empreiteiras que contratam as mãos-de-obra estrangeiras e não respeitam as leis trabalhistas. Todos nós temos mesmo direito dos trabalhadores japoneses.
Vamos acabar com a discriminação e lutar por nossos direitos!!!
Todos os trabalhadores têm direito de:
- Tirar as Férias Remuneradas, quando completar mais de seis mêses de trabalho numa empresa. É um direito adquirido do trabalhador que a empresa deve cumprir.
- Adquirir o Seguro Desemprego se for demitido após seis mêses de trabalho.
- Receber benefícios do Seguro Contra Acidente de Trabalho (inclui acidente sofrido durante percurso de ida e volta ao trabalho).
- Receber as Horas Extras quando exceder 40 horas de trabalho semanal. Idem o adicional noturno de 25% no período de 22:00hrs até 05:00hrs.
- Receber Auxílio Doença através de Shakai Hoken (Seguro Social), quando ficar mais de 3 dias inativo por enfermidade ou acidente fora do trabalho.
- Ser amparado da demissão quando está em tratamento médico (acidente de trabalho e gravidez).
- Ser amparado da demissão abusiva das empresas por exigir seu direito trabalhista junto ao Ministério de Trabalho ou Sindicato dos Trabalhadores.
- Sindicalizar-se para defender do “Abuso de Poder” dos empresários é um direito constitucional que está prescrito no Artigo 28 da Constituição Japonesa.
O sindicato Union Mie apóia os trabalhadores estrangeiros!!!



Union Mie luta contra as demissões de trabalhadoras grávidas!

A empreiteira[O] localizada na cidade de Tsu, tem muitos estrangeiros contratados pela empreiteira para trabalhar em varias fábricas. A Sra.[P], foi contratada no dia 7 de junho de 2010 para trabalhar na fabrica[I]que faz materiais para casa.Mas no final de setembro do ano 2012, ela ficou sabendo que estava gravida, avisou a empreiteira,e pediu para entrar no Seguro social, porem a empresa falou que reduziria o salario. Achando isto um absurdo, vei ao sindicato Union Mie para garantir seus direitos. Pedimos imediatemente a inscrição no Seguro Social sem abaixar o salario, e sem pegar peso, e não precisaria pagar mais o seguro saúde obrigatório da empreiteira que pagava mensalmente 2,000 yen. . A empresa aceitou a proposta do sindicato.Contudo, a empresa começou a pressinonar a partir do mes de novembro para que ela ficasse em casa.Mas a data prevista para nascimento 15 Maio, e a licença maternidade só podia tirar a partir de 4 de abril.Fizemos um acordo onde a empreiteira iria pagar 60% do salario a partir de fevereiro, e durante este periodom não precisaria pagar os 50% do valor do Seguro Social.Assim, ela ficou em casa sem preocupações de ser demitida, e ganhou o direito de tirar liceça maternidade e licença para cuidar do filho até que a criança complete 1 ano de idade.
Nos artigos 65 e 66 das Normas Trabalhistas,a gestante tem o direito de pedir para a empresa empregadora as seguintes condições:
* Não executar serviços pesadas e perigosas.
* Não trabalhar durante a noite
* Não fazer horas extras
* Não trabalhar em dias de folga
Segundo o artigo 9 da Lei da Igualdade de Oportunidades de Trabalho entre Homens e Mulheres
É proibido Qualquer tentativa da empresa tais como forçar um serviço pesado, alegando que não tem outro serviço mais leve, ou que não vai renovar o contrato, ameaçando de demissão se não continuar a trabalhar, mudar o ambiente de trabalho com a intenção de prejudicar a grávida, etc..
Por isso, qualquer investida ilegal da empresa em mandar uma gravida embora, aconselhamos a não desistir de seus direitos e pedir ajuda do sindicato Union Mie. Esta organização usa a lei sindical e constitucional do Japão artigo 28, onde temos o direito de negociar coletivamente, formar sindicatos dentro das fabricas, e fazer greves. Vale a pena lutar por nosso direitos, pois muitas mudanças estão ocorrendo no meio politico, com a intenção de facilitar a demissão, baixar os salarios, aumentar os impostos, diminuir os beneficios e investir na ação militar. Esta mudança da posição do governo de proteger os territorios japoneses, necessita da mudança nas leis da Constitução do Japão.O povo japones apoiou oPartido Democratico Liberal, conseguindo assim a maioria na camara baixa e alta do Parlamento, assim,eles tem a chance de mudar a Constituição em favor deles. Quanto mais calados e coniventes formos com a situação atual,pouco a pouco perderemos os nossos direitos e seremos obrigados a trabalhar como escravos, somente trabalhar para sobreviver. Que futuro voces almejam dar para seus filhos? Que atitude voces vão tomar de agora em diante? Será que todas as empresas que discriminam os estrangeiros ou proprios japoneses, merecem impunidade da sua parte? Somente peço que voce tome uma atitude fazendo alguma coisa para punir toda a injustica que ocorre aqui no japao. Una-se ao sindicato union mie

Union Mie luta pela extinção do Abuso de Poder dentro das Fábricas
O Sr.[A] Brasileiro de 45 anos, conseguiu um emprego na provincia de Shiga,uma empresa que produz maquinas voltadas para agricultura e construções. Esta empresa[H],tem 200 funcionários, onde 10% são estrangeiros nikkeis e nesta empresa[H], corria um boato que eles não gostavam de contratar pessoas com pele escura, mas desempregado e precisando trabalhar, foi pedir o emprego, e eles aceitaram contratar como funcionario por tempo de contrato.Durante o primeiro ano, ele trabalhou na parte do forno, mas depois de 1 ano foi efetivado e mudaram de seção para fazer o serviço de guindaste e polimento. Durante todo este periodo,o chefe da seção e o gerente, sempe gritava com com o Sr.A, mas como ele precisava do emprego, ficou aguentando a pressão psicologica todos os dias. Contudo, chegou num dia em que o chefe da seção pedia para ele largar o serviço e começar a fazer um outro serviço, passados alguns minutos depois, vinha o gerente e mandava que voltasse ao serviço anterior, e quando reclamava, o gerente falava que o verdadeiro chefe era ele, e quando voltava a fazer o serviço anterior, o chefe da seção gritava porque largou o serviço, mas quando tentava explicar que foi o gerente que mandou, o chefe da seção falou que quem manda na seção era ele. E assim se repetia varias vezes, até que ele caiu em uma depressão profunda,e veio ao sindicato Union Mie. Mandamos um fax dizendo que o Sr.[A] ira descansar por algum tempo até recuperar da depressão. Somente em caso de a fabrica não aceitar a proposta, iria marcar um dia para negociar, mas a empresa [H], aceitou a proposta do sindicato, e a partir de 21 de janeiro, começou o tratamento da depressão, contudo o escritório do seguro Social da provincia de Shiga, não aceitou o pedido do pagamento dos dias parados devido ao tratamento da depressão alegando que esta doença foi provocada pelo trabalho,por isso tinha que dar entrada na Delegacia de inspeção de normas trabalhistas,não aceitamos esta decisão e rapidamente entramos em contato com o Seguro social e tomamos as medidas necessárias para que aprovasse o pagemento. Depois de algumas semanas, foi aprovado e agora esta recebendo a compensação pelos dias parados por meio do seguro social da empresa.Quando o Sr.[A] tiver condições de voltar a trabalhar de novo, iremos começar a negociar as condições de trabalho, para eliminar o abuso de poder, discriminação racial e ambiente tranquilo e seguro para que o membro do sindicato o Sr.[A] possa desenvolver sua capacidade profissional. Os estrangeiros são discriminados em todo lugar, por isso, esta organização, o sindicato Union Mie luta pela paz Mundial, pela igualdade de tratamento, pelajusta causa dos trabalhadores.
Esta organização pertence a todos os trabalhadores japoneses ou estrangeiros, basta você ter coragem e determinação para se unir a nós e levantar o estandarte da Justiça. Seje bem vindo a Union Mie.

Union Mie não perdoa a demissão ilegal

A Sra.[B],uma Boliviana de 36 anos, começou a trabalhar no dia 15 de outubro de 2012 diretamente na fabrica N.K, de komono cho onde fabricava portas para carros. Neste lugar, eles tinham o sistema do seguro social e folgas remuneradas. Ela começou a ser alvo de mal-tratos pelas panelinhas que tinham entre os estrangeiros veteranos que já dominavam as linhas, e sempre que entravam novatos, faziam a cabeça dos chefes para colocar no lugar bem ruim, onde ninguem ajudava ela, até que o excesso de movimento repetitivo, ocasionou a inflamação do mão direita, sendo obrigada a parar de trabalhar a partir do dia 5 de junho para fazer o tratamento médico. Contudo, pela influencia negativa dos veteranos estrangeiros, a empresa deu aviso previo de 30 dias no dia 4 de junho, como término de contrato, e ela muito triste por causa da injustiça, veio consultar o sindicato Union Mie, pedindo a justiça, e imediatamente, iniciamos a negociação e pedimos que tomem providencias como acidente de trabalho, e tratamento igual para veteranos e novatos, mas a empresa repondeu que até agora, não tinha casos de inflamação braço, e investigou todas as linhas se tinha casos de discriminação, mas disseram que não tinha nenhuma discriminação.por isso eles não aceitaram dar entrada no seguro acidente e Quanto a demissão, eles alegaram que a Sra.[B] faltava sem avisar, por isso demitiu a funcionária.. tivemos dois dias de negociações, e a nossa posição é que a empresa deveria tomar as devidas providencias para dar entrada no seguro acidente, mas como o impasse continuava,e o sindicato pressionando muito, a empresa decidiu cooperar para soloucionar este problema, então fizemos um acordo para que a Boliviana não seje prejudicada. Consultamos a boliviana sobre o acordo, e ela aceitou, assim o acordo foi aceito pela empresa [NK] com as seguintes condições de que demitiria o membro do sindicato por motivos da empresa, para que ela receba o seguro emprego pela HelloWork, e tambem uma indenização de 300,000 yens como solução do caso entre a empresa, o sindicato e o membro, estabelecendo assim, um acordo de apaziguamento com a fabrica,evitando assim, problemas futuros entre a fabrica, sindicato e o membro. Com muito custo, foi resolvida este problema.Graças ao sindicato Union Mie, foi possivel solucionar este problema. Muitas empresas tentam demitir os funcionarios quando fica doente ou machuca dentro ou fora da fabrica,ou quando falta por motivos pessoais. Não aceitem estes tipos de atitude das empresas. Antes de tudo, venha ao sindicato Union Mie, consulte-nos para que possamos lutar por seus direitos.

Union Mie defende os trabalhadores de outras provincias

Um Dominicano Sr.[P], mora na Provincia de Shiga, e foi contratado pela empreiteira I em julho de 2012, para trabalhar na fabrica Senko que faz peças para Sekusui House.o Sr. P, sempre trabalhava com seriedade e com responsabilidade, pois tem uma familia com uma filha para sustentar. Tudo ia bem até que no dia 15 de dezembro de 2012, quando pegava cantoneira de 30kg, o chefe pediu para levar dois de uma vez, pesando 60 kg, e por causa do peso, o braço esquerdo não aguentou e torceu, dando inflamação no tendão, e os medicos disseram que tem que fazer uma cirurgia.
Mas a empresa [I] atrasou na entrada do seguro acidente, e o Sr. [I] teve que pedir emprestado da empresa um valor total de 300,000 yen. O problema foi que a empresa [I], resolveu dar demissão no dia 18 de fevereiro de 2013. Com dinheiro devendo e sem condições de manter a familia, veio ao sindicato pedir ajuda para garantir seus direitos. Nos prontamente atendemos o pedido, e chamamos a empresa [I], e exigimos que cancele a demissão ate que o tratamento do seguro acidente termine, mas a empresa falou que isto não é possível, porque era vencimento de contrato, mas estava disposto a negociar para solucionar este problema. Por isso, entramos em acordo de apaziguamento, onde a empresa não exigiria o pagamento do dinheiro emprestado, e cooperaria com o Sr.[P], se necessitar da ajuda da empresa para dar entrada no ministério de trabalho, e que pagaria mais 500,000 yen de indenização como finalização do caso. Atualmente ele esta recebendo do seguro acidente os dias parados, e tambem esta fazendo reabilitação depois de duas cirurgias. Com o seguro acidente garantido, conseguimos resolver mais um caso entre a empresa [I], sindicato e o membro [P]. Apesar da distancia, conseguimos negociar com sucesso, por isso, não importa a distancia, se tem algum problema com a empreiteira ou fabrica, não exite em telefonar para o sindicato Union Mie para tirar suas duvidas quanto aos direitos trabalhistas. Não podemos deixar na impunidade as empresas que agem de má fé para explorar a classe trabalhadora. Sejam bem-vindo ao sindicato.

Principais Disputas judiciais

HOSPITAL [S. K] - No hospital [S.K], temos 140 membros do sindicato Union Mie e eles estão lutando contra a usurpação ilegal de salários pelos dois funcionários administrativos do hospital que não são membros e aumento de bonus para todos os funcionários no final de ano e também contra a decisão ilegal do Juiz do Tribunal de Justiça regional de Tsu, que impretrou a proibição da greve contra o Hospital [S.K] Byouin.A luta continua este ano, pois eles estão preparando para pedir uma indenização contra o governo pela proibição da greve que é um direito garantido na Constituição Japonesa e tambem contra o Hospital.
Fabrica [D.S]- é uma empresa que faz a fusilagem de avião. Eles contratavam muitos funcionários estrangeiros pela contratação ilegal usando as empreiteiras como fachada para que os funcionários temporarios trabalhassem como se os serviços fossem tudo terciarizados, quando iniciarmos a negociação, a empreiteira prometeu normalizar a situação dos estrangeiros, mas não tinha kow-how para fazer a tercialização. A empreiteira abriu a falencia, e os 13 estrangeiros entraram no sindicato para lutar pelo direito de ser contratado como funcionário efetivo da fábrica. Depois de muita manifestação e greves, levamos o caso para Central da Comissão de Relações do Trabalho em Tokyo, onde conseguimos um apaziguamento judicial de \2,000,000 yens. Foi um disputa acirrada, mas a luta valeu para mostrar aos empresários que os trabalhadores sempre lutarão pelos seus direitos.

Union Mie forma sindicato dentro da Fabrica[S]

Fabrica [S]- O sindicato Union Mie conseguiu formar um grupo de 170 Filipinos dentro da fabrica[S] em julho de 2011. Depois de 2 anos, ainda temos o maior grupo sindical de estrangeiros no Japão que estão trabalhando dentro da Fabrica[S] de Taki-cho. Temos mais de 150 membros que estão lutando para garantir os direitos trabalhistas.Neste ano de fevereiro a março, a produção da Fabrica[S] caiu e foi reduzido pela metade dos dias de trabalhao, mas ninguem foi mandado embora. Para compensar os salrários baixos, pedimos uma compensação de horas que não atingiram 170 horas, e garantia de pagamento de horas extras, mas a Empreteira estava passando por uma crise financeira, por isso pediram para esperar ate que a situação financeira volte ao normal. Depois de maio deste ano, voltou a produção normal, e o numero de membros está aumentado pouco a pouco, mas as negociações com a empreiteira continua, pois estamos apedindo ainda o aumento salarial, eliminar qualquer discriminação contra membros do sindicato na hora da contratação, direito de tirar 1 mes de ferias, contrato de longo prazo e taxa de sougue zero yen.
Desde que começamos as negociações com a empreiteira, conseguimos evitar que muitos fossem despedidos, pois na epoca, todos eles deveriam sair dos apartamentos particulares e mudar para os apartamentos da empreiteira.s, pagavam taxas absurdas de transporte, e não podiam viajar para Filipina, senão iriam ser despedidos e muitos nem podiam receber seguro desemprego. Mas Graças ao sindicato Union Mie, conseguimos solucionar estes problemas, e agora fizemos um acordo onde a empreiteira deve consultar o sindicato antes de tomar qualquer medida que afete os membros do sindicato dentro da Fabrica[S]. Precisamos sempre manter Negociações periódicas para Supervisionar a Empreiteira.



PUBLICAÇÃO: 20 DE JULHO de 2013   Edição № 11

kage

2013/07/20 (Sat)


Assembléia anual de Primavera

Atual medida do Primeiro Ministro Abe,esta aumentando a diferença social, ou seja, esta empobrecendo ainda mais a classe trabalhadora,por isso o trabalhador tem que trabalhar mais por causa do baixo salario, comprometendo assim com a saude por excesso de trabalho. As condições dos trabalhadores não efetivos ainda continua precária se comparada aos funcionários efetivos, por isso, nesta assembleia anual de primavera, decidimos nos unir com mais força e vigor, para fazer uma campanha de aumento salarial equivalente aos funcionarios efetivos, elevar o patamar do salario minimo para 1000 yens, estabilidade de emprego, garantia de segurança e bem estar, e movimento sindical para forçar as empresas a cooperarem com as negociações com o proposito de solucionar os problemas pendentes com os membros envolvidos.
Todos os trabalhadores estrangeiros que vivem no Japão, devem conscientizar da necessidade de participar dos movimentos sindicais para melhorar e elevar as condições dos trabalhadores, por isso, a sua participação em eventos, passeatas, reuniões, convenções e assembleias sindicais é de suma importancias para podermos viver dignamente na sociedade japonesa.
Nunca é tarde para voce despertar e lutar por seus direitos. A melhor oportunidade é voce tomar a decisão agora, pois o governo está tentando mudar a Constituição com intuito de abrandar as leis que fiscalizam e regularizam as classes patronais, burocratas e autoridades em geral. Se não unirmos as forças,o nosso futuro no Japão, principalmento dos nossos filhos, estarão comprometidos

1o de maio de 2013, Dia do trabalhador

Dia dos trabalhadores é um evento que comemoramos todos os anos. Tudo começou há 123 anos atrás, quando os trabalhadores dos USA decretou Greve Nacional, sob ameaças de morte, exigindo dos empresários 8 horas de trabalho diário para que os mesmos possam viver com dignidade. A homenagem a estes trabalhadores se repetem desde 1890. A sua participação neste evento, é importante para conscientizar outros que são apenas expectadores, que só gostam de olhar e não fazer mais nada,sendo conivente com as irregularidades, discriminações, baixos salarios, sem direito a ferias remuneradas e seguro social, e abusos de poder da parte dos chefes e lideres japoneses.
LEI SINDICAL
CONSTITUIÇÃO Artigo28:Assegura os direitos de UNIÃO, NEGOCIAÇÃO EM GRUPO e MOVIMENTOS ORGANIZADOS dos trabalhadores.
OS TRÊS DIREITOS DOS TRABALHADORES SINDICALIZADOS
Direito de União:
É o direito de unir e organizar para melhorar as condições sociais dos trabalhadores.
Direito de Negociação em Grupo:
É o direito de negociar através do representante do Sindicato dos Trabalhadores junto ao empregador.
Direito de Movimentos Organizados:É o direito dos trabalhadores se UNIR(decretar a greve por exemplo) para forçar a negociação junto ao empregador.
Estes direitos, foram concedidos na constituição, para que os trabalhadores tenham as mesmas condições de igualdade e favorecer na Negociação em Grupo com o empregador.
As condições atuais dos trabalhadores
Para defender os direitos dos trabalhadores, existe a LEI TRABALHISTA que regulamenta as NORMAS. Entretanto, na realidade, essas leis não são respeitadas ou cumpre apenas o requisito mínimo exigido pela LEI TRABALHISTA (Artigo 1) com a orientação da Delegacia de Inspeção de Normas Trabalhistas ( Roudou Kijun Kantokusho) que tem função específica de orientar a empresa se constatar a irregularidade. A Inspetoria de Trabalho é chamado de DELEGACIA porque os inspetores têm o mesmo poder da polícia em investigar e solicitar a ordem de prisão junto a promotoria pública. Porém, difícilmente os infratores da Lei Trabalhista são condenados pelo delito.
Por este motivo, os trabalhadores tem dificuldade de melhorar a condição social e do trabalho. Para suprir essa deficiência, existe a “LEI SINDICAL”.

FINALIDADES DA LEI SINDICAL
Lei Sindical Artigo 1- Inciso 1:
-Agilizar o processo de negociação nas mesmas condições de igualdade com o empregador, melhorando o nível de vida dos trabalhadores.
-Eleger o representante dos trabalhadores.
-Proteger legalmente os trabalhadores que organizam o movimento sindical.
-Garantir perante a lei, o acordo selado na mesa de negociação, junto com os Trabalhadores e empregadores.
É difícil só um trabalhador exigir as melhorias junto ao empregador, porém, é possível negociar, constituindo o SINDICATO com a união dos trabalhadores, para que possam negociar na mesma condição de igualdade.
Para garantir o objetivo citado, a LEI SINDICAL determina que, os trabalhadores que se organizam o movimento sindical de forma ordenada , estão isentos das responsabilidades cívil e criminal (exceto a violência e principalmente a agressão física- Artigo 8 da LEI SINDICAL). Entretanto, proíbe a interferência do empregador com objetivo de enfraquecer ou coibir o movimento sob as ameaças de demissão, suborno, etc ( Artigo 7 da Lei Sindical).
O termo de acordo (Roudou Kyouyaku) efetuado com o sindicato e empregador tem validade oficial perante a justiça (Lei Trabalhista Artigo 92 –Inciso 1).
Entretanto, nós devemos conscientizar que não basta elaborar a lei se ela não é respeitada. Para que a lei seja respeitada, devemos conhecer os nossos direitos e obrigações, organizando, participando e exigindo o tratamento digno no local de trabalho.


NEGOCIAÇÃO

Caso1 Condição de trabalho após 60 anos de idade
O Senhor Y, comecou a trabalhar na empresa M desde 2001, com 50 anos, com salario de 1350 yen/h,mas na crise de 2009, abaixou para 1280/h, e quando completou 60 anos, a empresa queria pagar somente 1000/h. Ele não concordou e veio pedir a ajuda do sindicato Union Mie. Começamos a negociação,e a empresa resolveu pagar \600,000 yen como indenização mais o direito de receber o seguro desemprego por motivo de baixa produção.O membro do sindicato já não aguentava mais o ambiente de trabalho, resolveu aceitar a proposta da empresa e encerrar este caso. Voces que tem problemas trabalhisticos devido a idade, consulte-nos, porque com o direito de negociação, podemos encontrar uma solução satisfatória para voce.
Caso 2 Acidente de trabalho
A senhora O, foi contratada diretamente pela fabrica C,em julho de 2011, mas ela sofreu um acidente no dia 11 de janeiro de 2013,como não sabia das leis, ela resolveu entrar no sindicato Union Mie e prontamente iniciamos a negociação, e a empresa C cooperou com a entrada do seguro acidente. A empresa tentou negociar particularmente com a membra, mas ela denunciou ao sindicato, e exigimos da empresa um pedido de desculpa formal pelo ocorrido, e eles aceitaram. Em abril, o Pai da membra faleceu,e ela necessitava voltar para o Brasil, fizemos a negociação e eles aceitaram pagar 300,000yen de indenização mais a demissão por comum acordo como a empresa mandando embora. Ela ficou satisfeita com o resultado e voltara ao Brasil em junho.






PUBLICAÇÃO: 25 DE março de 2013  Edição № 10

kage

2013/03/25 (Mon)


CERIMONIA DE ABERTURA DO ESTANDARTE DA UNION MIE

O ano de 2013, começou com o ajuntamento dos membros do sindicato para comemorar a cerimônia de abertura do estandarte da Union Mie. Todos os membros estão disposto a lutar por direitos dos trabalhadores e encorajados com este objetivo, decidimos em unanimidade manter-nos unidos para jamais sermos vencidos pela desigualdade, discriminação, exploração, racismo, mal-tratos principalmente pelas empresas, e autoridades e repartições públicas.
Tivemos varias vitorias no ano de 2012, mas tambem muitas temos casos que não foram resolvidas, mas a luta continua durante este ano de 2013, principalmente o caso da proibição da greve que foi impetrada ilegalmente pelo tribunal de justica de Tsu contra a filial do sindicato do Sakura Byoin. Vamos apoiar os nossos companheiros membros do sindicato para mostrar não somente companheirismo, mas tambem para melhorar as condições de todos os trabalhadores que vivem no Japão, independente de raça, cultura,ou religião. Pela publicação destes artigos e pelo blog, espero que muitos estrangeiros se conscientizem da necessidade de unirmos as forças, para podermos juntos continuar a lutar pelos direitos dos trabalhadores. Conto com você!



Seguro emprego

Para todos os estrangeiros que vivem no Japão e trabalham como assalariados, devem estar inscritos no seguro emprego, porque em caso de demissão, podem receber o seguro para poder encontrar outro local de trabalho, e receber a ajuda da agencia publica de empregos para fazer varios cursos de profissionalização. Pela lei, todos os empregados tem que estar inscrito no seguro emprego, mas devido ha algumas clausulas, dão oportunidades a empregadores de fugirem desta obrigação, como sempre os mais fracos são os prejudicados. Mas com a reforma da lei, melhorou um pouco as condições para ter o direito de ser inscritos no seguro emprego. Por exemplo, os que trabalhavam como arubaito, não tinham esse direito,mas agora, a lei foi reformada da seguinte forma.
Todos os trabalhadores de meio expediente(Part-time), que se enquadrarem nas seguintes condições, necessitam ser inscrito no seguro emprego.

Caso os trabalhadores de meio exprediente satisfazem as condições (1)e(2) são considerados como assegurados, por isso o empregador deve dar entrada no docmento chamado “koyo hoken hihoken sha shikaku shutoku todoke”no Hello Work localizada na mesma juridição da empresa ate o dia 10 do mes posterior ao mes que foi considerado como assegurado.

(1) Está com a previsão de continuar a trabalhar por mais de31dias.
Basicamente, são aqueles que estão enquadrados nas seguintes condições a seguir:
○ Em caso de ser contratado com periodo  de tempo indeterminado
○ Em caso do periodo contratado for maior que 31 dias
○ Em caso de haver condições para renovação de contrato e se não estiver especificado que o contrato sera interrompido antes de completar 31 dias.
○ Mesmo que no contrato não especifique as condições de renovação, ou que tenha especificado que não haveria renovação depois de 31 dias, contudo, a partir do primeiro dia do mes que trabalhou mas de 31 dias, sera aplicado o seguro emprego.
(2) Em uma semana,trabalha mais do que 20 horas.
(1) Porcentagem do pagamento do seguro emprego



Porcentagem do seguro
Parte do empregador Parte do trabalhador
Serviços comuns 15.5/1,000 9.5/1,000 6/1,000
Agricul.Floresta e sake 17.5/1,000 10.5/1,000 7/1,000
construtora 18.5/1,000 11.5/1,000 7/1,000
(2) Alem desta percentage, dependendo do valor diário do salário, ambas as partes devem divider o valor do selo que custa 96 yen a 176 yen
[Subsídio de desemprego]
◎ Subsídio desemprego para assegurados em geral
○ Subsídio básico
Qualificação para receber o subsídio: Em princípio, durante o periodo de 2 anos,é necessário ter 12 meses de contribuição do seguro desemprego para receber o subsídio. Contudo, pela determinação ou motive especial,em caso de a condição acima citado não for satisfeita, durante 1 ano se tiver a contribuição do seguro emprego mais de 6 meses, poderá receber o subsidio desemprego.
Os dias de recebimento.
● Para os desempregados em geral (Demissão por motivos pessoais ou por idade de aposentadoria)
Tempodecontribuição
idade 5 anos incompletos 5 anos a 10 anos incompletos 10 anos a 20 anos incompletos Acima de 20 anos
Igual para todas as idades 90 dias 90 dias 120 dias 150dias
● Para os demitidos pela empresa por motivo de falencia.(Por determinação ou motivo especial).
Tempode contribui
ção
Idade (anos) 1 ano incompletos 1 ano ate 5 anos incompletos 5 anos ate 10 anos incompletos 10 anos ate 20 anos incompletos Acima de 20 anos
Menos de 30 anos 90 dias 90 dias 120 dias 180 dias -
30 ate menos de 35 90 dias 90 dias 180 dias 210 dias 240dias
35 ate menos de 45 90 dias 90 dias 180 dias 240 dias 270dias
45 ate menos de 60 90 dias 180 dias 240 dias 270 dias 330dias
60 ate menos de 65 90 dias 150 dias 180 dias 210 dias 240dias
Salário basico por dia: de 45% ~ 80% da media dos ultimos 6 meses(1 dia). Mas entre o teto superior maximo e teto inferior minimo.
ento para no maximo 4 anos. Para os aposentados por idade pode extender 2 anos.
Periodo de espera: Até 7 dias após feito o pedido de emprego.
Restrições ao pagamento: Não efetuara o pagamento no periodo de 3 meses, se a demissão for por motivos pessoais ou de grande responsabilidade.Não receberá durante 1 mes em caso de não aceitar as ofertas de emprego e treinamentos profissionais oferecidos pelo Hello Work.



NEGOCIAÇÃO

Caso1 Depressão-demissão
A senhora M.O foi contratada diretamente pela fabrica N.K em julho de 2010. O serviço era Kensa (checagem de peças prontas),e trabalhava de segunda a sexta todos os dias das 8:15 até 21:00 ou 22:00, e todos os sabados desde 5:00 da manhã até 20:00. Teve um dia de sexta que ela entrou as 8:15 da manha e trabalhou até 20:00, foi para casa tomar banho e voltou a traballhar a partir da meia noite ate 20:00 da noite de sabado. Todo o esforço escessivo, levou a senhora a ter uma estafa fisica e emocional, provocando uma depressão sem controle, tendo que faltar em dezembro 10 dias, em janeiro 31 dias e março e abril so trabalhou 5 dias e em maio a empresa resolveu dar demissão. Ela foi buscar a ajuda ao sindicato, e imediatamente chamamos a empresa para resolver o problema de saude. Fizemos um acordo com a empresa para que coopere com o processo de entrada do sistema do seguro de saude para ela continuar a ter uma compensação mensal para poder pagar as despesas medicas e ter condições de viver a vida cotidiana. Foneceria o documentol de desligamento da fabrica como eles mandando embora, e daria a entrada de extensão do recebimento do seguro desemprego durante o periodo de tratamento da depressão. Hoje, ela esta em tratamento. E assim, foi resolvido amigavelmente o problema com a empresa.

Caso 2 Depressão-demissão
O Senhor T foi contratada pela empreiteira H em fevereiro do ano 2006, para trabalhar como Tantousha, e o Dono da empreiteira precionava ele a conseguir de qualquer jeito o numero de trabalhadores que a empreiteria precisava colocar nas fabricas, Com esta pressão mais os servicos de visitar as fabricas para atender aos brasileiros que sempre pediam pra levar no medico, e repartições publicas, problemas de apartamento, fazer o transporte de trabalhadores, não sobrava tempo para descansar, para comer, para dormir, e acabou tendo uma crise emocional, ficando com depressão a partir de outubro de 2010, e a empreiteira sempre prometeu cuidar dele porque ajudou a crescer e se tornou empreiteira de grande porte graças ao esforço expedido por ele. Infelizmente ficou na promessa, 1 ano sem receber um quinhão, não dava entrada no seguro saude, e resolveu pedir a ajuda do sindicato, imediatamente entramos em negociação, e a empreiteira H, decidiu cooperar com o sindicato, e com isso,o Senhor T, conseguiu receber beneficios em torno de 3,000,000 de yenes. Infelizmente a doença é incuravel, mas ele continua a se tratar da depressão.
Assim, amigavelmente resolvemos mais este caso complicado com a empreiteira.






PUBLICAÇÃO: 25 DE Janeiro de 2013 Edição № 9

kage

2013/01/25 (Fri)


CONHEÇA A LEI DA EMPREITEIRA

A lei da empreiteira foi revisada no dia 1 de outubro de 2012. Vamos apresentar alguns pontos que vão nos ajudar a escolher melhor as empreiteiras que estão enquadradas dentro da lei da empreiteira. Vamos enumerá-las conforme a necessidade do trabalhador.
1-) A empreiteira deve deixar bem claro as circunstâncias das medidas em relação a treinamento, educação e a margem de lucro.
2-)A empreiteira é obrigado a dar explicação sobre o tratamento, condições da empresa e resumo da lei da empreiteira.
3-)A empreiteira ao determiner o salário, deve manter a eqüidade salarial com os funcionários da fábrica, considerando o tipo de trabalho, capacidade, empenho, experiência e pelo resultado do serviço prestado.
4-)Agora podemos pedir a mudança atual do emprego por tempo determinado para o emprego de tempo não determinado. Isto significa que haverá uma oportunidade de mudar para tempo não determinado (Emprego de periodo indefinido). A empreiteira deve fazer um contrato de periodo determinado com a fábrica com a condição de que os funcionários temporarios possam ser trasferido diretamente como funcionário da fábrica. E para isso, devem dar educação e treinamento para poder efetivar a transferencia.

5-)Empreiteira de trabalho diário, se no ato do contrato o periodo contratado for menor que 30 dias, não poderá ser contratado. Contudo, nos casos abaixos, poderá ser contratado com periodo menor que 30 dias pela empreiteira.
1. A proibição não será aplicado, para os serviços especificados pela ordem do governo
2.Em caso de enviar os trabalhadores enquadrados nas seguintes condições.
2.1Trabalhador acima de 60 anos
2.2Para estudantes que não estão qualificados a receber o seguro desemprego
2.3Para diaristas que trabalham na empreiteira como ocupação adicional. (Ganho anual acima de 5,000,000).
2.4Para pessoas que não são chefes de familia. (Ganho anual por família acima de 5,000,000)
Os serviços especificados pelo Governo que são isentos da proibição.
①Desenvolvimento de softwere ②Projetos de máquinas ③Operadora de máquinas para escritório ④Interprete, tradução e taquigrafia ⑤Secretário ⑥Arquivamento ⑦Investigação ⑧Processo financeiro ⑨Elaboração de documentos de negócios ⑩Demonstração (Arranjo floral) ⑪Guia (Turistico) ⑫- Recepção e orientador ⑬Desenvolvimento para pesquisa ⑭Planos e projetos para aplicação do sistema de empreendimento ⑮Elaborar ou alterar diversos documentos ⑯-Designer de propaganda ⑰Instrutor de automação para escritório ⑱Comércio de engenharia de vendas e produtos financeiros.
6-) O funcionário vitalíco ou temporário contratado pela fabrica, quando for demitido, este funcionário não poderá voltar na mesma fábrica em menos de 1 ano por meio da empreiteira. Esta medida foi tomada, para não piorar as condições do trabalhador vitalício ou temporário da fábrica que foi substituido pelo funcionário da empreiteira, sendo assim a partir da data de demissão, durante 1 ano, não poderá ser enviado pela empreiteira para trabalhar na mesma fábrica. Obs. Exceto para trabalhadores com mais de 60 anos de idade.




Acidente de trabalho

A senhora [I], de 42 anos de idade, foi contratada pela empreiteira [M] para trabalhar na Daitoko no dia 25 de abril de 2011. Ela sempre trabalhou conforme as regras internas da fábrica, sempre dedicou em fazer rápido o serviço para dar a produção exigida pela fábrica. Contudo, no dia 28 de junho de 2011 as 3:00 da manhã, o chefe da seção pediu para que ela fosse na outra linha de produção, respondendo ao chamado, prontamente, foi caminhando rapidamente, e durante o percurso, não percebeu que atras das caixas acumuladas, tinha uma daisha vazia, foi onde pisou com o pé direito, e perdeu equilibrio e acabou caindo por entre as portas móveis da seção e bateu a cabeça no cano de agua, e desmaiou, machucando o cotovelo, torceu o nervo do braço e quebrou o dedo minuendo. A empreiteira [M] só levou ao médico 2 horas depois, conversou com ela pra usar o seguro normal de saúde, porque se ativar o seguro acidente, o Ministério de trabalho iria investigar o acidente, e isso iria causar transtornos à fabrica.Por isso a empreiteira [M] prometeu pagar as despesas médicas. E que não iria dar demissão porque vai pedir o atestado medico e que não é grave por isso em uma semana ficaria boa.Depois de ser atendida, ela machucada, teve que dirigir o carro com a mão esquerda até a casa. No dia seguinte, 29 de junho pediu ao amigo pra levar de novo ao médico, e perguntei ao médico se era verdade que em uma semana ficaria boa, então o médico falou que era grave e que levaria pelo menos 3 meses de tratamento. Depois de 20 dias é que a empreiteira resolveu colocar no seguro acidente. Contudo, a morosidade da empreiteira em tomar as providencias necessárias, acabou complicando a vida cotidiana da peruana, por isso veio pedir ajuda da Union Mie. O sindicato começou a pressionar a empreiteira para dar entrada ao seguro sem burocracia, e pediu pra dar um adiantamento de 200,000 yen. A empreiteira [M] pagou este dinheiro e ela ficou esperando o resultado da investigação do seguro acidente. O acidente de trabalho só foi aprovado no dia 19 de outubro de 2011, pela inspetoria de trabalho. Ela proceguiu com o tratamento até o dia 20 de janeiro de 2012 e o medico avaliou a sequela, e a inspetoria de trabalho após a investigação do caso, no dia 13 de abril de 2012, avaliou a sequela no nível 9 classe 30 que corresponde ao valor de 3,255,377 yen. Depois, ela foi demitida pela empreiteira, contudo, o sindicato Union Mie, fez um acordo para que possa receber o seguro desemprego. Durante este periodo do recebimento do seguro desemprego, a Union Mie começou a negociar com a fábrica, para tentar convencer a fabrica a pagar uma indenização justa, porém a fábrica não aceitou e moveu o processo na justiça contra a Señora [I], alegando que só pagaria no máximo 1,600,000 yen. Prontamente, a Union Mie colocou 2 advogados para preparar a defesa e contra ataque no prazo de 1 mes. A fabrica armou alguma testemunhas a favor deles pensando que assim iriam ganhar a causa, mas nossos advogados com a experiencia e determinação, conseguiram fazer a defesa, e o Juiz do Tribunal de questões trabalhisticas deu a sentença ganha para señora [I], onde a fabrica deveria indeniza-la com o valor de 11,000,000 yen. Depois de 1 mes, a fabrica aceitou pagar a indenização proposta pelo Juiz. Foi uma grande vitória não só pra a señora [I], mas esta sentença nos encoraja a buscar e lutar por nossos direitos, não podemos nos desanimar, pois as empresas aproveitam da nossa incapacidade, medo, ignorancia, individualismo, para poder explorar a comunidade trabalhistas, independente se voce é japonês ou estrangeiro.




NEGOCIAÇÃO

Caso1
A senhora [C], foi contratada no dia 7 de maio de 2012 pela fabrica [E] que fica na província de Shiga. Ela começou a trabalhar na fabrica [E], todos os dias, fazendo horas extras sem provocar nenhum transtorno. Contudo, no mes de agosto, com a vinda de alguns vietnamitas, ela foi obrigada a trabalhar no lugar onde tem forno, e o serviço era para pintar as peças. Com o cheiro forte do tiner e pelo calor excessivo num lugar fechado, ela passou mal e sentiu falta de ar, tontura e teve que faltar 3 dias até recuperar a saúde. O chefe da seção muito nervoso, deu carta de demissão, dizendo que iria trabalhar somente até o final de setembro. Ela tentou conversar, pois tinha contrato firmado até final de dezembro, mas o chefe não aceitou, alegando que é mentirosa, porque na entrevista falou que estava em perfeita saúde. Ela já pertencia ao sindicato Union Mie, então pediu ajuda para negociar com a fabrica E, e nós prontamente iniciamos a negociação. O dono da fabrica E e junto com o consultor jurídico, vieram de Shiga-ken para Mie-ken conversar com o sindicato. Falamos que a fabrica E, teria outra opção de trabalho, mas acabou dando demissão e ela sofreu muita pressão dos chefes, pois chamavam ela de mentirosa, gritavam e mudavam de serviço constantemente. Por isso, ela ficou abalada psicologicamente, não tendo condições de voltar a trabalhar. O sindicato deu uma proposta de 500,000 yen para resolver este caso, desde que a fabrica E de o documento de desligamento como demissão pela fabrica. Eles relutaram um pouco, alegando que estes 500,000 yen não tem fundamento, mas o chefe do sindicato retrucou dizendo que ela tem contrato até final de dezembro, e este valor corresponde a média de 3 meses de salario. Então o dono da fabrica E, fez alguns calculos e viu que era mais ou menos este valor. Concordou em pagar e firmamos o acordo para encerrar mais uma vez este problema.

Caso2
A Sra [S] foi contratada pela empreiteira [O] em agosto de 2008 para trabalhar na fabrica [T]. Ela é uma pessoa que trabalhava todos os dias das 8:30 até terminar o serviço, às vezes trabalhava até as 22:00. Quando chamava para trabalhar nos sabados, nunca recusou e sempre dedicava no serviço em que fazia, não reclamando do chefe que sempre estava nervosa, gritando, mas nunca deu motivo para ser tratada desta maneira. Contudo, no dia 16 de março de 2012, quando ela estava fazendo horas extras, em torno das 21:30, foi levantar uma caixa vazia e fez um barulho no ombro direito e sentiu uma forte dor. Ela foi no medico e contatou que o tendão do ombro havia rompido. Ela necessitava do Shakai Hoken “seguro social”, mas a empreiteira falava pra ela que iria baixar o salario, e ainda propos que ela saísse da fábrica para receber o seguro desemprego e durante este periodo tratasse deste problema. Ela não aceitou tal proposta e veio pedir assistência juridical ao sindicato, prontamente, se tornou membra e começamos a negociar a situação dela. O resultado foi que, a empresa aceitou colocar no Shakai Hoken sem abaixar o salário e garantiu o emprego de volta. Ela fez a cirurgia em maio e depois de6 meses de reabilitação, quando o medico liberou para trabalhar na fábrica, a empreiteira reagiu de uma forma negativa, pois queria conversar com o médico, mas ela não permitiu este tipo de atitude da empreiteira, e pediu para o sindicato intermediar a situação, prontamente atendemos ao pedido, e conseguimos convencer a empreiteira a dar o serviço. Hoje, ela está trabalhando normalmente no lugar em que ela trabalhava.Graças a ação conjunta dos membros do sindicato, podemos enfrentar várias situações que são desfavoráveias aos trabalhadores, por este motivo, sempre estamos pedindo a cooperação de todos os membros para que participem nas atividades do sindicato, para que todos juntos, possam batalhar contra o tratamento ilegal das empresas e empreiteiras, que ainda, continuam explorando dos estrangeiros que tem medo de buscar seus direitos porque recebem ameaças e pressões da empresa dizendo que jamais irão encontrar emprego nenhum, se correr atrás de seus direitos.