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Publicação: 20 de outubro de 2015   Edição № 18

kage

2015/10/20 (Tue)


Atividades conjuntas do Sindicato Union Mie

Os jornais do Japão como Asahi, Mainichi, Ise e chunichi publicaram dia 24 de Agosto de 2015 sobre os esforços do sindicato Union Mie para evitar ou suspender a carta de demissão enviada pelo correio pela empresa Global Link company(GL) anunciando a demissão de 37 membros da Sharp Pinoy Unity (SPU) do sindicato que trabalham dentro da Sharp em Matsuzaka Taki cho.
Quando formamos este grupo sindical de 170 membros Filipinos, começamos a negociar com GL para melhorar as condições de trabalho, moradia e beneficios como seguro social, ferias remuneradas, e outros. Este ano, faz 4 anos que este grupo já foi formado, e durante as negociações pacificas conseguimos garantir os direitos dos trabalhadores, pelo acordo acompanhado pelo advogado da empresa, porém a partir de janeiro deste ano, GL trocou de advogado, e apartir deste dia, todas as negociações com a empresa o novo advogado posionando contra o sindicato, começou a recusar todas as propostas do sindicato e declarou a anulação de todos os acordos feitos anteriormente durante 4 anos, pelo advogado anterior, por isso, iniciamos a luta contra a discriminação e a destruição do grupo SPU.
Não sabemos exatamente como vai ficar economicamente a Sharp, mas temos um espirito de luta para continuar lutando contra qualquer investida da empresa em tentar destruir o grupo sindical dos Filipinos. Contamos com o apoio de voces. Grato.



PROTESTO CONTRA A AMEAÇA DE DEMISSÃO.

Durante as negociações com a empresa Global Link, exigimos melhores condições de salário, garantia de emprego,e diminuição do custo do seguro social, mas a proposta foi negada.
O grupo sindical SPU esta disposto a lutar por seus direitos, fizeram uma passeada no centro de matsuzaka, começando a partir da estação de Matsuzaka pedindo o apoio e compreensão dos moradores da cidade de Matsuzaka contra Atos Ilegais da empresa.


PROTESTO EM FRENTE AO ESCRITORIO DA GLOBAL LINK

Dia 1 de setembro deste ano, fizemos um protesto contra a demissão de 37 membros no total de 50 funcionários demitidos pela empresa Global Link.
Os membros do grupo sindical SPU “Sharp Pinoy Unity” que pertence ao sindicato dos trabalhadores Union Mie, durante 20 minutos clamaram no estacionamento da empresa exigindo o emprego de volta. A midia Kansai terebi de Osaka acompanhou durante este protesto.


MANIFESTAÇÃO “MARCHA CONTRA DEMISSÃO ILEGAL” EM FRENTE A SHARP.

Os membros Filipinos que foram demitidos, fizeram protesto em frente a Sharp, demonstrando muita coragem, disposição e espírito de luta contra ato ilegal da empresa Global Link.
Os membros gastaram um dia inteiro para fazer a faixa com fundo vermelho, colocando em prática suas habilidades pessoais e mostrando um espirito de companheirismo, apoiando uns aos outros para manter sempre unidos em prol dos direitos dos trabalhadores. Fight! Fight!



PROTESTO NA FRENTE DA MANSÃO DA GLOBAL LINK

A Union Mie descobriu que a mansão do dono da empreiteira, estava registrada como matriz da empresa. Por isso, aproveitamos esta oportunidade para fazer um protesto contra a demissão ilegal.
Todos os membros não aceitaram o tratamento discriminatório contra os membros do sindicato, por isso estão lutando até ganhar a causa na justiça.
O mais importante, não aceitar e lutar com espírito de unanimidade com um só proposito, vencer!



Casos resolvidos pelo Sindicato Union Mie

Caso1:
A Sra.[N] uma Boliviana foi contratada pela empreiteira [E] para trabalhar na fabrica [T].. Nesta fabrica, ela lavava as latas vazia de enlatados. A agua misturada com sabão escorria pelo corredor até o valo, por isso ela andava com muito cuidado, mas como o piso estava muito liso, o pé deslizou e caiu sentada afetando todo a coluna, mas a empresa não deu entrada no seguro de acidente de trabalho. Ela veio ao sindicato para fazer a consulta e cadastrar no sindicato. Depois do apoio, ela recebeu do ministerio de trabalho o valor referente a seqüela. Com isto, exigimos uma indenização contra a fabrica “T”, porém a fabrica alegou que a culpa é totalmente dela, porque não tomou cuidado. Levamos o caso para Comissão Laboral para mediar este caso, e conseguimos fazer um apaziguamento laboral conforme as condições desta comissão

Caso2.
Uma empreiteira [S] de Aichi, contratou o brasileiro [A] para trabalhar na fabrica de ferragens em Shiga. O Sr. [A] durante a jornada de trabalho, com a queda das ferragens, feriu-se gravemente. Depois que terminou o tratameto pelo seguro acidente, a empreiteira [S] falou que só tinha trabalho em Aichi, como não conseguiu resolver este impasse, mesmo sendo membro da [M] union, resolveu filiar-se ao sindicato Union Mie. Porém a empreiteira [S] não atendeu à negociação, por isso, enviamos uma carta declarando greve contra a fabrica em que se machucou. Imediatamente, a empreiteira [S] prometeu negociar com honestidade para resolver este caso. A empresa tinha decidido aceitar o Sr.[A] de volta, mas fez a proposta para desliga-lo da empreiteria. Aceitamos a proposta desde que tenha o direito de pedir a indenização por seqüela.A determinação do brasileiro em lutar por seu direito e a presença e apoio do sindicato conseguiu resolver este caso.

Caso3.
A grande empreiteira [K Sangyo] contratou brasileiro [S] pra trabalhar na frabrica de lentes [H]. Há 3 anos atras, durante o trabalho, escorregou e caiu com o braço esqueredo, sofrendo fortes dores. Depois to tratamento pelo seguro acidente, voltou a trabalhar na fabrica de lentes, porem a empreiteria [K Sangyo] resolveu demiti-lo. Com isso, o brasileiro [S] filiou-se ao sindicato Union Mie. Depois que declaramos greve contra a fabrica, eles resolveram pagar um emprestimo durante 6 meses, terminando este periodo a empreiteira [K Sangyo] exigiu que a negociação fosse mem Shiga, recusando a negociar com o sindicato Union Mie. E ainda moveu uma ação judicial para confirmer que o brasileiro já não funcionário da empreitra. O sindicato Union Mie, pediu uma indenização contra a fabrica [H] pela sequela do acidente. E ao mesmo tempo, acionou a comissão laboral pedindo o auxílio por Ato Ilegal contra o sindicato por ter recusado a negociar pacificamente.
A empreiteira [K Sangyo] apressadamente aceitou a negociar com o sindicato. O dono da empreiteria veio pessoalmente para resolver este caso. Com isso, a empreiteira aceitou tirar a ação judicial cobrando as despesade aluguel, do seguro social e tambem aceitou pagar um valor de indenicação como solução definitiva deste caso. Assim, como o brasileiro [S] concordou com a finalização deste caso, o sindicato tambem tirou a queixa na comissão Laboral. O brasileiro [S] continua em tratamento.




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